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Marmelos... marmelada e geleia.


Chega o Outono e com ele os marmelos!
Aqui a casa chegaram num enorme cesto da minha amiga N.! Obrigado!


Como nada se perde e tudo se transforma, começámos por descascar e descaroçar os marmelos.
Cascas e caroços para um lado, polpa para outro...


Cozemos então os caroços e as cascas (devidamente lavados) cobertos com água durante cerca de 45 minutos. Passado este tempo coámos o líquido resultante.

Aproveitámos cerca de 3 litros dele para depois fazer a geleia.


Adicionámos 2500g de açúcar
2 paus de canela
e
1 colher de sobremesa de cravinhos

Ferveu até obter "ponto estrada".



A polpa dos marmelos pesava 2350g.
Adicionámos 1800g de açúcar
300ml do líquido da cozedura dos caroços e cascas
vidrado de 1 limão médio
e
2 paus de canela


Cozeu até os marmelos ficarem bem cozidos.
Depois retirámos os paus de canela e passámos com a varinha mágica para obter um doce homogéneo.


Da geleia retiram-se os cravinhos e os paus de canela e é só verter para os frascos devidamente esterilizados.

A marmelada deita-se nas tigelas / chávenas (!!!) e depois de estar bem fria cobre-se com papel vegetal embebido em aguardente para se conservar durante mais tempo.



Doce de tomate


E se a vizinha te der (muitos) tomates...
Faz doce de tomate!

A 1 300g de tomate maduro descascado
juntámos cerca de 850g de açúcar
4 casquinhas de limão
2 paus de canela
e 1 pedaço de gengibre

E levámos tudo num tacho ao lume brando o tempo suficiente para formar ponto estrada.



Doce de courgete e cenoura

Como tinha um pacote de açúcar de 1100 g (do Lidl) para fazer este doce,
às 1380 g de polpa de courgete ralada adicionei 820 g de cenoura ralada
- para perfazer 2200 g, o dobro da quantidade de açúcar.

 

Já com o açúcar e os legumes no tacho, juntei raspa de 1 limão e 2 paus de canela.


Deixei que a polpa absorvesse um pouco o açúcar e depois levei ao lume brando até levantar fervura.
Fui mexendo bem até envolver e deixei formar o "ponto estrada".
Passei com a varinha mágica para o doce ficar mais cremoso.

Já com os frascos esterilizados, foi só deitar o doce ainda quente, tapar bem e virar de tampa para baixo para criar o vácuo natural.

E aqui estão eles, já todos bonitinhos para "seguir viagem"!!!






Doce de abóbora com leite da Ti Gracinda

Quando a minha avó materna fazia esse doce quase ninguém gostava. Era "só" para mim e para o meu tio D.
Ultimamente, quando a minha mãe o fazia, "todos" gostavam e comiam.

Ontem, quando fui à frutaria fazer compras, vi lá uns enormes pedaços de abóbora e resolvi comprar dois para fazer esse doce (que me traz tantas recordações...).


Penso que não era bem assim que a minha avó o fazia mas deixo-vos aqui a minha versão.


Descasquei a abóbora, cortei-a em pedaços e pu-la a cozer em água e sal.
Depois de cozida, deixei-a escorrer bem.
Entretanto, fervi cerca de 1 litro de leite com 2 paus de canela.

Depois de bem escorrida reduzi a abóbora a puré com a ajuda da varinha mágica (e parte do leite, para ajudar a desfazer).
Do litro de leite retirei um pouco para desfazer 2 colheres de chá de farinha maisena.
Levei de novo a abóbora ao lume, adicionei o restante leite, a mistura com a maisena e açúcar a gosto (cerca de 6 colheres de sopa).
Aguardei que levantasse fervura e engrossasse um pouco o creme.
Deitei nas tacinhas e estava pronto a comer!



Bom proveito!

Entrecosto no forno

Esta semana, com base numa receita da Nigella Lawson, fiz este entrecosto no forno. Tinha-o colocado num saco de plástico e temperei-o com:

- 2 colheres se sopa de molho de soja
- sal q.b.
- 2 colheres de sopa de óleo vegetal
- 1 pau de canela
- 1 estrela de anis
- 2 dentes de alho, esmagados
- sumo de maçã q.b.

Ficou a marinar de um dia para o outro e depois assou no forno cerca de 45 minutos.